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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Vem aí Muçuemba, primeira parceria Aurora de Cinema e Coletivo Inconsciente


Cenário paradisíaco de Jericoacoara é a moldura imagética do novo curta.
Tudo nasceu meio por acaso, no caminho que transportava o ônibus de Fortaleza a Jericoacoara. Ali, esta redatora e o dileto amigo Leo Tabosa, realizador pernambucano (titular do Departamento de Cultura da Universidade Católica de Pernambuco, e premiado diretor do documentário “Retratos”), matavam as saudades de alguns meses sem se ver, botavam a conversa em dia e trocavam idéias sobre fatos vários, desde prospecções sobre como aproveitar os dias na praia de Jeri (para onde estavam indo por conta da segunda edição do Festival de Cinema Digital) até o movimento cultural em Pernambuco, novas tecnologias, roteiros de cinema, etc.

Leo Tabosa e Aurora esboçaram primeiros passos sob o olhar atento de Filipe Wenceslau

Foi então que nasceu a idéia de pegar uma carona na ensolarada e poética Jeri e criar um curta novo, primeira parceria nossa. E logo veio-me a idéia de aproveitar o diretor gaúcho Zeca Brito (também ator, cantor, compositor, filho de atores, realizador premiado e amigo mais que querido) para protagonizar o roteiro.
E a história foi-se fazendo ao longo dos sete dias passados ao sabor do vento, da maresia, do contato com amigos e novos colegas, dos bons pratos nos restaurantes Casa da Amélia e Na Casa Dela, dos adoráveis banhos de mar, das deliciosas tapiocas da Hosana e, sobretudo, a partir da releitura de textos de três grandes da análise histórico-sócio-político-cultural e antropológica do país: Sérgio Buarque de Hollanda, Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro.
É pouco ?

Leo Tabosa e Thalles Chaves durante as gravações de Muçuemba

Então aguarde novos posts para saber mais sobre MUÇUEMBA…
… O filme de uma década a ser inventada…

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